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    • ACONCHEGO LITERÁRIO | Editora Inverso

      APRESENTAÇÃO O ano é 2020. Mais um ano vivenciado no planeta. Nele, existe pouco mais de uma centena de países com economias diferenciadas, e nelas, culturas e habitantes completamente únicos. No Brasil, a ordem para o recolhimento foi dado em março. Todos pararam devido a um vírus com alta taxa de proliferação que dominou o mundo. ​ Tudo, então, foi paralisado: pequenas e grandes indústrias, diferentes comércios (indo de shoppings a ambulantes), assim como serviços de toda sorte, parques e estradas. Ou seja, tudo o que houver aglomeração de pessoas. Só foi permitido o funcionamento de mercados e vendas consideradas essenciais, no qual assim permanecem para que a população se abasteça sem necessidade de acúmulo, bem como hospitais, que estão na linha de batalha juntamente com todos os profissionais da área da saúde, representando o front desta epidemia. E, desde então, aqueles que podem, estão reclusos em casa. Em razão da tecnologia, é possível saber como a maioria das pessoas está se comportando com a reclusão. Muitos postam breves diários em suas redes sociais, por meio de desabafos ou de fotos, expressam o que sentem; para os mais tímidos (ou os que desconhecem o usufruto da nanotecnologia) utilizam o bom e velho telefone para banir a solidão. Mesmo os que estão com suas famílias percebem o quanto é complexo lidar com pessoas o dia todo, bem como os que estão sozinhos, o quanto é difícil administrar a solidão. Um artigo publicado por pesquisadores brasileiros na Revista Brasileira de Psiquiatria¹, por meio de estudos em populações que sofreram com tragédias, epidemias e a atual pandemia ocasionada pelo Coronavírus, mostra que , ou, então, o medo é crônico, torna-se nocivo e pode ser o gatilho para o desenvolvimento de problemas de saúde mental, aumentando gradativamente os níveis de ansiedade e estresse em pessoas saudáveis. Já nas pessoas que possuem transtornos pré-existentes, como stress e outras síndromes, os sintomas são intensificados exponencialmente, piorando muito o quadro psicológico. quando nos deixamos contaminar pela a sensação psicológica coletiva, o perigo parece ser muito maior do que de fato é Mas é claro não se pode viver com medo. A melhor forma de lidar com ele é administrando e entendendo sentimentos. Antonio Candido, célebre escritor e teórico brasileiro, defendia que as manifestações artísticas, dentre elas, a literatura, ajudam na organização dos nossos sentimentos e do caos presente no interior do homem, atuando também no inconsciente e no subconsciente. E a arte tem uma grande importância nisso. ​ ​ ​ DA MESMA FORMA,OS LIVROS POSSUEM A CAPACIDADE DE NOS LEVAR MENTALMENTE PARA OUTRA REALIDADE, NOS ALIMENTANDO DE IMAGINAÇÃO E FANTASIA. , seja por meio dos livros, da música ou de outras formas, são expressões que nos preenchem. No período de isolamento, conseguimos enxergar com clareza como a arte e a cultura são peças essenciais nos nossos dias Por isso, o incentivo à leitura é a melhor maneira de fomentar um mundo melhor e tentar deixá-lo mais leve. E para que todos possam ter acesso a outros lugares e universos, conhecer outras pessoas, criaturas e tudo mais que se possa imaginar, a Editora InVerso criou o Projeto Aconchego Literário para trazer o acalento ao dia a dia. Cuidar de si e dos outros, pois todos somos um só. Ele tem o propósito de cuidar dos afetos, das emoções. ​ ​ O PROJETO ACONCHEGO LITERÁRIO Com o intuito de proporcionar um tempo para consigo, longe do medo e das notícias ruins que a pandemia está irradiando, a Editora InVerso criou o , que vai ao encontro de pessoas e empresas que precisam manter o entusiasmo e a criatividade. Mas, como proporcionar isso de maneira segura e saudável? Por meio da leitura, claro! Projeto Aconchego Literário O Projeto Aconchego Literário nada mais é do que uma proposta para aquisição de algumas de nossas obras, que, além da leitura em si, proporcionarão ao leitor diferentes tipos de reflexão — desde a necessidade e importância dos vínculos e laços afetivos, cultivados na infância (e importante de serem relembrados no momento pelo qual atravessamos), como no conhecimento de diferentes culturas. ​ Para tanto, foram traçados os seguintes objetivos para este Projeto: ​ ​ ​ Distribuir de 1000 a 1500 livros para instituições que estejam com crianças e idosos em condição de internamento/ moradia durante o período de isolamento social na pandemia do COVID-19; Incentivar empresas a enviar livros para seus funcionários (tanto em home office quanto os de linha de frente), para acalentar o momento de preocupação e incerteza econômica e financeira; ​ ​ Priorizar leitura e cultura como condições básicas para o desenvolvimento do cidadão, além de ser um alento e propósito em tempos de dificuldade. COMO PARTICIPAR? Estão disponíveis os combos abaixo, com os valores correspondentes a quantidade de livros. Tanto Pessoa Física quanto Jurídica podem participar. Clique em cima para efetivar a compra! Combo 1 2 livros ​ Combo 2 6 livros ​ Combo 3 10 livros ​ Combo 4 15 livros ​ Combo 5 25 livros ​ Combo 6 50 livros Depois de escolher qual combo é mais adequado para a sua doação, você também pode escolher a forma de pagamento: cartão de crédito, paypal, boleto bancário ou tranferência bancária. A Editora InVerso irá destinar os livros IMEDIATAMENTE para instituições escolhidas, de maneira higienizada, em nome da pessoa ou empresa doadora! As fotos serão disponibilizadas em nossas redes sociais e serão repassadas aos doadores do projeto. Conheça a seguir as instituições que serão beneficiadas: CUIDADO E HIGIENIZAÇÃO Os livros do combo escolhido serão entregues diretamente na instituição escolhida imediatamente à efetivação da compra. Eles estarão plastificados e higienizados, com um adesivo personalizado contendo a logo ou nome do doador do projeto. A Editora InVerso se responsabilizará pelo manuseio e envio, assim como as contribuições fiscais cabíveis. ​ CURADORIA DOS LIVROS Os livros serão de títulos variados e receberão a curadoria da Publisher da editora InVerso para selecioná-los quanto ao conteúdo, faixa etária e assunto, adequada para cada local. ​ PERÍODO DO PROJETO O inicia em 26 de maio e estende-se por todo o período de isolamento social pandêmico. Estima-se que seja findado em 25 de julho de 2020. Projeto Aconchego Literário ​ ​

    • INVERSO TEMÁTICO 6 | Editora Inverso

      Para quem ainda não o conhece, o InVerso Temático é um programa que debate questões que envolvem a literatura, tendo sempre participações especiais que unem a editora, autores e leitores! 25 DE NOVEMBRO, QUARTA-FEIRA, ÀS 20h FACEBOOK E YOUTUBE Confira quem serão os participantes! Cristina Jones Editora InVerso Publisher Adriane Baldini Editora InVerso Jornalista mediadora Maria Leticia Fagundes Autora "Dúvidas Femininas do Século 21" Luciane Monteiro Autora "Taça Escarlate" e "A última tempestade" Ana Claudia di Angelo Leitora @cafe_com_leitura Julia Marcelice Leitora @jujueoslivros Tema: COMBATE À VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER NA LITERATURA FEMININA O último programa do InVerso Temático do ano será voltado para um assunto importantíssimo: o combate à violência contra a mulher por meio da literatura. Para entender a importância desse bate-papo, vamos relembrar um pouco de nossa história! Não é novidade que as mulheres foram historicamente excluídas de diferentes espaços econômicos, culturais e sociais e claro, . No Brasil, até meados do século XIX, não havia publicação de autoria feminina no país. Às mulheres, restava apenas o papel de personagem e, embora muitas vezes retratadas como protagonistas, na escrita eram sempre coadjuvantes. na literatura não foi diferente ​ Dessa forma, frequentemente na literatura canônica, isto é, nos clássicos, as mulheres eram essencialmente representadas sob o ponto de vista masculino, Tornavam-as, portanto, em imagens estereotipadas da vivência das mulheres, marcando suas trajetórias com submissão, obediência e silenciamento, contrapostos à sensualidade e à beleza, elementos que eram utilizados como caracterização fundamental dessas personagens. que por sua vez era constituído sob os pilares do modelo patriarcal. ​ Um exemplo para ilustrar está na personagem Carolina, protagonista de : ela é marcada substancialmente pela sua beleza, fragilidade e delicadeza, e vive à espera de seu destino almejado, o casamento. Dessas condições limitantes são reduzidas a sua subjetividade, a sua capacidade de ser e de sonhar. A moreninha (1884) de Joaquim Manuel de Macedo ​ Mas se só Bentinhos puderem contar sua histórias, nunca saberemos a versão das Capitus. ​ Por isso a importância do que se conhece como , consolidada na década de 1970 com a publicação da tese de Kate Millet, intitulada , n Para a realização deste trabalho a pesquisadora fez um resgate histórico da aparição de autoria feminina na literatura em contraste ao vazio desses livros nunca terem sido listados em livros didáticos ou indicadas para vestibulares e concursos. Crítica Literária Feminista Sexual Politcs a qual a autora encarregou-se de visibilizar a escrita de mulheres, bem como, denunciar e desestabilizar a ideologia reducionista e patriarcal na qual estavam inseridas e colocadas grande parte das personagens femininas canônicas. ​ No Brasil o marco se dá com a publicação de , considerado o primeiro livro escrito por uma mulher no país. É sem dúvida um avanço, ainda que assustadoramente recente, visto que Lucíola de José de Alencar, foi publicado em 1862, ironicamente em uma série na qual o autor se propunha a apresentar alguns perfis esterotipados de mulheres. Úrsula, de Maria Firmina dos Reis em 1859 ​ Após Úrsula, outras mulheres começaram a aparecer no mercado editorial. Todavia, todas possuem em comum o fato de seus livros ainda serem marcados por visões pejorativas e machistas da época, uma vez que eram mulheres, mas ainda pertenciam ao imaginário social em que estavam inseridas e impregnadas. ​ As pequenas mudanças, no entanto, surgiram e ganharam espaço. Tais autoras não se diziam feministas, mas isso não faz delas menos contribuintes para a história e fortalecimento das mulheres na literatura brasileira. Suas personagens frequentemente eram narradoras que possuíam uma vida normal, mas em um momento de epifania questionavam seus papéis sociais e existenciais. Na segunda metade do século XX, coincidindo com os avanços do movimento feminista no Brasil, começa uma nova fase. Com a publicação de Perto do Coração Selvagem (1944), de Clarice Lispector, Nélida Piñon, Lygia Fagundes Telles, Lya Luft, entre outras, começam a repensar em seus manuscritos a condição da mulher na sociedade. ​ Nesse sentido, se vê pela primeira vez a elaboração de uma literatura nacional em que a percepção sobre o feminino pode ser autêntica, pois é vista do ponto de vista de quem teve sua história renegada e contada por terceiros. ​ Portanto, ainda que hoje é imprescindível enaltecer, estimular e destacar os livros produzidos por mulheres, nos quais a temática são as problemáticas de mulheres reais. Porém, não espera-se adjetivar a literatura escrita por autoras como se houvesse nela características específicas que a diferencia dos textos escritos por homens, mas sim estabelecer um cenário em que a voz e a visibilidade dessas mulheres seja semelhante ao palco que sempre foi estendido a eles. Participe da nossa conversa nesta quarta, 25/11 na nossa página no Facebook e YouTube e interaja conosco sobre essa temática super importante e atual! ​

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